quarta-feira, 30 de novembro de 2011

criação do projeto pedagógico Bônus Lan House Monitorada

Bônus para usar internet são incentivo em escola de Tocantins

A identificação do motivo das frequentes faltas dos alunos da Escola Estadual Presidente Costa e Silva, de Gurupi, Tocantins, resultou na criação do projeto pedagógico Bônus Lan House Monitorada. O aluno que, em um mês, obtém carimbos positivos na agenda, por boa disciplina e cumprimento das tarefas escolares, ganha pontos a serem trocados por tempo livre de acesso à internet nos computadores portáteis da escola, no turno oposto ao das aulas.

A inovação reduziu o número de faltas e levou a unidade de ensino a ser escolhida como Escola Referência Brasil do Prêmio Nacional de Referência em Gestão Escolar, ano-base 2010, promovido pelo Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed). Como premiação pela experiência bem-sucedida, a diretora da escola, Adriana da Costa Pereira Aguiar, viajou aos Estados Unidos. Lá conheceu experiências desenvolvidas no ensino público. “Fiquei surpresa ao ver, em duas escolas, projetos parecidos com o nosso, num espaço que chamam de cybercafe”, revela Adriana.

Ao voltar da viagem, ela promoveu enquete virtual para os alunos escolherem um nome para espaço semelhante a ser criado na escola Presidente Costa e Silva. “Envolver os alunos na criação desses espaços e nos debates faz com eles se sintam bem”, avalia a diretora.

Bônus — Tudo começou com a descoberta de que muitos alunos da instituição frequentavam lan houses, sem o conhecimento dos pais, para navegar nas redes sociais — o acesso à internet na escola, oferecido aos 300 alunos do sexto ao nono ano, restringia-se a pesquisas e trabalhos escolares, no horário das aulas. Para coibir a freqüência às lan houses, a direção da escola decidiu contabilizar o número de registros positivos nas agendas individuais. Quanto mais carimbos positivos, mais bônus para tempo livre na internet. “Mas é um acesso controlado porque os acessos a sites proibidos ficam registrados no computador”, explica Adriana. “Se isso acontecer, eles perdem os bônus.”

Edy David Feitoza Lima, 14 anos, estava entre os estudantes que trocavam as aulas pela lan house. “Ficava lá, jogando”, revela. A mãe de Edy ficou surpresa ao ser avisada pela escola das faltas frequentes. “Eu estava trabalhando muito e fiquei chocada ao saber que meu filho não estava indo à escola”, diz Luzineide Feitoza de Vasconcelos.

O projeto da lan house monitorada não foi a única iniciativa que levou a escola a merecer o prêmio de gestão bem-sucedida. A própria dinâmica diária dos alunos é diferente do modelo tradicional das escolas brasileiras. São os alunos, não os professores, por exemplo, que mudam de sala a cada aula. Nelas, encontram ambiente planejado, com recursos específicos para as disciplinas.

“São seis salas com ambientes diferentes, mas em todas há 35 laptops à disposição dos alunos”, explica a coordenadora pedagógica Dalília Arantes. A escola participa do projeto Um Computador por Aluno, do governo federal. A tecnologia, acessível em toda a escola, motiva os estudantes. “Damos asas à imaginação, mesmo” afirma Dalília. “Os laptops servem para fazer desde a pesquisa sobre um novo vírus até o preenchimento de ficha literária virtual após a leitura de um livro.”

Controle — Para que os pais saibam diariamente como foi o dia do filho na escola, todos os alunos têm uma agenda. Nela, o professor usa até seis carimbos para avaliar o comportamento do estudante. Outro recurso é o caderno de ocorrência da turma. Dele constam a foto e o nome do aluno e os contatos da família. Ali, o professor faz observações sobre deveres de casa e problemas de disciplina. A diretoria reserva um horário, nas quartas-feiras à noite, para que os pais conversem com os professores.

Com tais iniciativas, a escola tem apresentado evolução no índice de desenvolvimento da educação básica (Ideb), que saltou de 3,7 em 2007 para 5,1 em 2009. A evasão escolar, que chegou a 22% há três anos, foi reduzida a zero, com a frequência monitorada. Caso um aluno falte às aulas, os pais são procurados por orientador pedagógico ou professor conselheiro.

Parceria — A visita da diretora aos Estados Unidos pode render um projeto, em parceria com a Lakeview Centennial High School, do Texas. “É uma escola muito forte na área de comunicação”, diz Adriana. “Na própria instituição, os alunos têm uma rede de TV que pode ser vista por todos.”

A diretora admite que a escola de Gurupi não tem recursos para tanto, mas acredita na criação de um projeto que permita aos alunos, por exemplo, registrar em filme a forma pela qual resolveram questões complexas e postar o filme no blog da unidade de ensino.
Fonte: Jornal do Professor- 30/11/2011- Portal do Professor

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

A importância das TIC no Projeto Diversidade Cultural da EMEF Marly Garganta



Entrevista com o Professor Carlos Pontes  de História que desenvolveu seu projeto dos índios da tribo Tikuna utilizando o Windows Live Movie Maker.

Formação Projetor PROINFO- Emef Santa Rita de Cássia







        Com o propósito de levar tecnologias às salas de aula, o Ministério da Educação disponibiliza, por meio do FNDE, um projetor multimídia interativo para facilitar o ensino e a aprendizagem.
Concebido e desenvolvido pelas universidades federais de Santa Catarina e de Pernambuco, o projetor é diferente dos demais disponíveis no mercado por facilitar a interatividade.
Portátil e leve (apenas 5 quilos), é equipado com mouse, teclado e portas de entrada para CD, DVD e demais acessórios (USB), e congrega diversas funcionalidades. Portanto, dispensa o uso de computador.
O objetivo é levar os conteúdos digitais para a sala de aula e, com isso, torná-la mais atraente e interativa. O Ministério da Educação já solicitou patente do produto.
O projetor multimídia será mais uma ferramenta de inclusão digital do Programa Nacional de Tecnologia Educacional – ProInfo.
Os municípios, estados e Distrito Federal poderão adquirir este equipamento com recursos próprios ou de outras fontes, por meio de adesão à ata de registro de preços decorrente do pregão nº 42/ 2010, realizado pelo FNDE.
Para adesão ao registro de preços acesse o Sistema de Gerenciamento de Adesão a Registro de Preços – SIGARP disponível nesta janela  na aba “Adesão on-line” ou na página principal do site do FNDE no seguinte endereço: http://www.fnde.gov.br/sigarpweb/.

PROINFO/MEC- Inclusão Digital





Formação em Polo - DRE III- Inclusão Digital

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Conheça o Programa Microsoft Students to Business


O programa Students to Business é uma iniciativa da Microsoft, dos Parceiros da Microsoft e as principais universidades do país com o objetivo de capacitar estudantes nas áreas de TI e oferecer oportunidades de emprego.
 Para isso inclui diversas ações, sendo as principais capacitações gratuitas nas plataformas Microsoft e aproximação com empresas que buscam mão-de-obra com esse perfil. O programa é constituído de treinamento Online e também Presencial. Para o treinamento presencial, é necessário verificar disponibilidade na sua cidade. Para mais informações acesso o manual do aluno.
O Programa Microsoft Students to Business capacitou, até o momento mais de 100 mil estudantes em todo o Brasil, dos quais mais de 10.000 profissionais foram incorporados imediatamente no mercado de trabalho durante a feira de empregos.

Você também pode ser um deles!!!
Em caso de dúvidas, entre em contato através do e-mail:contato@programas2b.com.br

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Softwares on-line tornam as aulas mais dinâmicas

Troca de informações, interatividade e colaboração. Estas são as características da segunda geração da rede mundial de computadores, a chamada Web 2.0. Com a utilização de ambientes virtuais, os sites estão deixando de ser estáticos para se tornarem uma ferramenta mais dinâmica. Blogs, wikis e demais ferramentas on-line que permitem a interação do público estão cada vez mais disseminadas na internet. Ambientes on-line possibilitam a interação não só de internautas como também entre programas.
A utilização destas tecnologias nas escolas segue o mesmo caminho. Apesar de ainda serem minoria, o número de professores que utilizam blogs cresce a cada dia. Há comunidades com mais de 500 professores cadastrados. Da mesma forma, o número de ambientes on-line também está aumentando.
Ao citar mais de 20 ferramentas virtuais, o especialista em informática na educação, Eziquiel Menta, da Secretaria de Educação do Estado do Paraná, destaca a importância de se compreender os benefícios de cada recurso digital. “Estes programas são muito interessantes, mas é necessário saber utilizá-los de forma planejada”, alerta.
Conheça as ferramentas de vídeo, áudio, mapas e redes sociais disponíveis na internet:

Vídeo

Áudio

Mapa

Produção Colaborativa
  • Wiki - pt.wikipedia.org/ Site permite a produção de textos de forma colaborativa.
  • Wikimapia - http://wikimapia.org/ Site utiliza o Google Maps e permite a localização de endereços de forma colaborativa.
  • Vyew.com - http://vyew.com Site permite criar webconferência gratuita.

Conheça mais opções acessando a seção Softwares de Edição http://portaldoprofessor.mec.gov.br/link.html?categoria=10


(Renata Chamarelli)

Lousa digital, carteiras eletrônicas e animações em 3D: ferramentas da escola do futuro

No quadro negro, as imagens se movimentam com o toque das mãos. Nas tradicionais carteiras, além de cadernos e lápis, as crianças podem acessar a internet. A cena que parece ser de um filme de ficção científica está mais real do que se imagina. Essas e várias outras tecnologias já estão sendo utilizadas em escolas brasileiras.
Em Pelotas (RS), a Escola de Ensino Fundamental e Médio Mário Quintana já aderiu às lousas digitais desde junho do ano passado. Segundo a professora de língua portuguesa da escola, Thaís de Almeida Rochefort, a ferramenta permitiu que os alunos dessem “vida aos conhecimentos”. “Assuntos antes tratados de maneira menos interativa, agora fazem com que os alunos se sintam parte deles, co-autores”, explica.
Ela e outros professores têm recebido treinamentos constantes para se adaptar à nova tecnologia. “A cada aula descobrimos novas possibilidades de tornar a escola mais próxima e significativa”, conta, ao ressaltar que a reação dos alunos não poderia ser mais positiva.
Um exemplo de programa que pode ser utilizado na lousa digital é o software em três dimensões. Com ele, os professores podem elaborar aulas interativas, revelando o interior de uma célula, o relevo de um mapa, ou até mesmo os músculos do corpo humano. Basta, por exemplo, tocar o dedo na tela para o sistema solar aparecer e se movimentar.
Desenvolvido pela empresa P3D, em parceria com a Universidade de São Paulo (USP), o Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (Ipen) e o Centro Incubador de Empresas Tecnológicas (Cietec), o software já está sendo utilizado em 200 escolas privadas e 30 públicas no Brasil. O programa não tem texto, nem guia de voz, somente imagens de grande qualidade gráfica. Segundo a professora Jane Vieira, executiva da P3D, esta característica é uma vantagem porque as imagens podem ser usadas com qualquer material didático, independentemente de filosofia, pedagogia e didática. Jane Vieira garante que em breve o instrumento será oferecido em software livre, o que permitirá que todas as escolas utilizem gratuitamente.
Já no município de Serrana (SP), cidade próxima a Ribeirão Preto, as carteiras eletrônicas são a novidade. Conhecidas como Lap Tup-niquim, elas dispõem de uma tela sensível a toques, sobre a qual se pode escrever, fazer desenhos ou equações. O tampo pode ser levantado, e abaixo dele fica um teclado, caso seja necessário digitar. A CPU do computador fica acoplada embaixo da carteira.
Desenvolvidas em parceria pelo Centro de Pesquisas Renato Archer (Cenpra), de Campinas, instituição do Ministério da Ciência e Tecnologia, e pela Associação Brasileira de Informática (Abinfo), empresa abrigada na Companhia de Desenvolvimento do Pólo de Alta Tecnologia de Campinas (Ciatec), cerca de 300 carteiras eletrônicas já estão sendo utilizadas na Escola Municipal Maria Celina. De acordo com Victor Mammana, idealizador do projeto, o diferencial da carteira é justamente a superfície de interação. “Como diz Bill Gates, a próxima revolução não será de conteúdo nem da forma de apresentá-lo, mas, sim, da maneira como o corpo humano irá interagir com a tecnologia”, afirma. O projeto tem apoio da Secretaria de Educação a Distância do Ministério da Educação.
(Renata Chamarelli)